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sexta-feira, 24 de abril de 2015

Oú est le soleil?

Dizem, que de nada nos devemos arrepender, pois se não houver um retrocesso possível, iremos sempre ficar a pensar, e se... .

Olhar em frente, entrar no caminho escolhido, fazer face aos obstáculos que aparecem, solucionar os problemas, sempre de cabeça erguida, direita, sem olhar para baixo, nunca.

Depois vem a vida, vida essa que não pedimos, pois queríamos mais, je veux effacer les erreurs, mas não há, não existe ponto de retorno.
Quando imagino aquilo que poderia ter sido, quando ouço uma musica, que me desperta, me réveille, vejo-me noutro sitio, com uma vida melhor, com a sensação de certeza, como se até a própria alma, nos entrailles, gritassem por essa não vivida, então a nostalgia impõe-se, derrame o seu veneno, como se chama ardente se trata-se e destrói tudo aquilo a que me agarro para poder viver esta vida, que me foi imposta, por mim?

Le vide et le même, je respire, mais je sais, que ne vie pas, plus rien n'est pareil, queria poder dar mais, muito mais aos meus e nada consigo dar, só amor, que por vezes é abrupto, porque a paciência esgota e porque sei que se tivesse mais, isto não aconteceria.
J'aime, je les aimes, de tout cœurs, de tout moi, mas não é suficiente, o amor não chego para dar aquilo que a própria sociedade nos impõe!

je veux voir le soleil, je veux qu'il m'offre ses plus beaux éclats, leurs montrées que je suis beaucoup plus, de ce que suis maintenant, como sair disto, como desencalhar desta vida, que não quero, que nunca imaginei, que não queria conhecer?

Oú est la sortie???



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